02 Dezembro, 2009

E não tem razão?

Parece que os suiços escandalizaram algumas alminhas do politicamente correcto, por terem tido o atrevimento de - imagine-se - proibirem que, no seu próprio país, fossem construídos minaretes nas mesquitas. Não proibiram mesquitas, só minaretes, o que é coisa diferente, mas isso é questão de pormenor que a ninguém interessou realçar.

Alguns chegam mesmo ao ponto de considerar essa decisão do povo suiço uma provocação aos muçulmanos...

É evidente que os referendos são perigosos porque podem dar o resultado errado e não há margem para recuos. Entre nós, por exemplo, foi péssimo quando venceu o Não ao aborto, mas, pelo contrário, foi óptimo quando o Sim ganhou...

Mas isso são pormenores que não preocupam as inteligenzias que tutelam o pensamento nas nossas democracias.

Em todo o caso, este disparate democrático dos suiços tem solução simples e a rapaziada cá da terra pode sugeri-lo às autoridades suiças: é só repetir o referendo tantas vezes quantas as necessárias para que o resultado dê certo...

É um aborto de ideia mas resulta sempre.


post do 31 por Rui Crull Tabosa

Os minaretes


Como todos já devem ter ouvido falar, 57% do povo suíço votou favoravelmente à proibição de construção de mais minaretes nas mesquitas daquele país.
Saliento que o referendo não proibiu as mesquitas, mas a construção de minaretes nestas.A Suiça já tem quatro minaretes em Zurique, Genebra, Wintenthur e Wangen bei Olten.
Os minaretes não são, ao contrário do que certas alminhas insistem em apregoar, como torres de igreja. Os minaretes são símbolos milenares do poder islâmico. Como já é prata da casa, os vermelhos cá do sítio já se escandalizaram com o atrevimento de molestar os ilustres islâmicos.
A blogosfera tem estado cheia de trocas amargas de ideias entre direita e esquerda.
Então, nós também vamos contribuir para o debate. Gostaria que pensassem numa coisa:
É que os minaretes são só a primeira coisa que nos querem impingir. Não tarda, todas as mulheres, sejam elas de que religião forem têm que usar burka, a música sacra vai ser proibida, o caricaturista dinamarquês vai ser preso... Os nossos "amigos" barbudos invadem o nosso continente dia após dia.
Em França, há 1,8 filhos por família, enquanto que os árabes em França têm 8,1. 30% das pessoas com menos de 20 anos são islâmicas. França já tem mais mesquitas do que igrejas. Em 39 anos, França será uma República Islâmica.
Na Suíça vivem por volta de 350 mil muçulmanos (5% da população), e o país conta com aproximadamente 160 mesquitas.
No Reino Unido, há 2,5 milhões de muçulmanos. Em apenas 15 anos, metade da população será muçulmana.
Na Rússia, há 23 milhões de muçulmanos. Em pouco tempo, 40% do exército russo será muçulmano.
Na Bélgica, metade dos recém-nascidos são maometanos e um quarto da população já aderiu a essa religião.
Por volta de 2025, um terço das crianças europeias estarão a nascer em famílias muçulmanas.
A Alemanha será uma República Islâmica por volta de 2050.
Muhamad al-Kadhaffi, presidente da Líbia disse: "Há sinais de que Alá vai garantir uma vitória islâmica na Europa sem espadas, sem armas, sem conquistas. Nós não precisamos de terroristas. Nós não precisamos de bombistas suicidas. Os mais de 50 milhões de muçulmanos na Europa torná-la-ão num continente islâmico em apenas algumas décadas."
Eu não sou paranóico, e muito menos islamófobo, mas não podemos permitir que a nossa cultura judaico-cristã se deixe afundar numa Europa retrógrada contra a liberdade de expressão só por causa do politicamente correcto. Por isso é que, embora não goste nada do partido suiço que propôs o referendo, tenho que reconhecer que é tempo de agir...

Citação do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan:

“As mesquitas são os nossos quartéis, os minaretes as nossas baionetas, as cúpulas os nossos capacetes, os crentes os nossos soldados.”

VIVA A SUIÇA!

01 Dezembro, 2009

Atchim

Estou em casa com gripe A.
Primeiro, estou capaz de bater à Ana Jorge, porque ela ainda não foi à televisão justificar os meus (muitos) espirros e tossidelas. Que desplante! E eu que esperava ganhar protagonismo com isto. Afinal, tive azar e continuo a só ter aparecido na caixinha uma meia dúzia de vezes durante a campanha do CDS.
Segundo, estou mad like hell porque tive que esperar não sei quanto tempo para o médico me ver e estava um senhor a mexer em tudo, a fazer barulhos estranhos e a meter-se com as pessoas. O que me safou foi O Confessor, do Daniel Silva, que por sinal recomendo a todos.
Terceiro, estou feliz porque vou pôr o blogue em dia para os meus leitores.

O príncipe D. Afonso de Bragança



"...falta cumprir-se Portugal" - Fernando Pessoa

Mensagem de Sua Alteza Real, D. Duarte de Bragança

Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.

Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .

Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.

Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.

Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?

Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.

(da mensagem de SAR Duarte de Bragança)

1 de Dezembro

Para muitos o dia de hoje é apenas mais um feriado.

Para outros é também o fim de uma ponte.

Para mim é Dia da Restauração.

É dia de celebrar Portugal.

É dia de recordar os Heróis que, naquela manhã de 1.º de Dezembro de 1640, libertaram Portugal do jugo dos Áustrias.

Não me interessa agora a geopolítica, as razões de conjuntura doméstica ou internacional ou os interesses económicos, sociais ou de outra índole que sempre terão concorrido para aquele feliz desenlace.

Sem sangue não seriam nada.

Por isso me interessa apenas que sou Português.

Filho de Portugal, orgulhoso de uma História quase milenar, feita de conquista, de descoberta, de evangelização, de povoamento e de miscigenação.

Naquela manhã, os Portugueses…, juntos – Nobreza, Clero e Povo – saíram às ruas de Lisboa para gritar Liberdade, Liberdade! Viva El-Rei D. João IV, nosso legítimo Rei!

Antes, D. Luísa de Gusmão, mulher do Duque de Bragança, desafiara o destino assumindo que “vale mais morrer reinando do que viver servindo”.

Grande Mulher!

E nós, Hoje?

Continuaremos a viver a servidão do permanente ultraje da Justiça e do Direito?

Continuaremos viver a servidão da corrupção e do tráfico de interesses que minam os fundamentos do próprio Estado?

Continuaremos a viver a servidão de quimeras megalómanas que hipotecam o nosso futuro colectivo?

Continuaremos a viver de braços cruzados, não sabendo para onde ir ou o que fazer?

Continuaremos, enfim, a desertar do nosso Dever?

Ou saberemos sacrificar o comodismo e acreditar em Portugal como outros o fizeram no Montijo, nas Linhas de Elvas, no Ameixial, em Montes Claros ou em Luanda e Benguela, no Brasil ou em Tânger…

Hoje é Dia da Restauração da Independência Nacional!


Post do 31 da Armada, por Rui Crull Tabosa

30 Novembro, 2009

25 DE NOVEMBRO: VOTO DE COINGRATULAÇÃO

A 25 de Novembro de 75 na sequência do “Verão Quente”, Portugal estava à beira de um conflito de consequências imprevisíveis, ou mesmo de uma guerra civil. Deste período, recordamos o cerco da Assembleia da República, o Governo em greve e os atentados bombistas.

A esperança de Liberdade e Democracia nascida em Abril, ameaçava esfumar-se, como uma granada de fumo no meio do Terreiro do Paço.

Assim sendo, o 25 de Novembro, mais do que uma data numa cronologia ou um parágrafo na história de uma revolução é o momento decisivo em que a Revolução Portuguesa segue, irreversivelmente, o caminho para uma Democracia de modelo ocidental.

Nesse dia, a acção determinada dos militares moderados em prol da Democracia, evitou que se derramasse mais sangue, garantindo que, no nosso País, se cumprisse a promessa de uma democracia constitucional, sem tutelas externas ou ameaças permanentes.

A Assembleia da República, presta assim homenagem aos militares do “25 de Novembro” reconhecendo que deve à sua acção heróica e ao apoio que recebeu de muitos sectores da sociedade civil, o papel constitucional, legislativo e fiscalizador que hoje nos cabe, enquanto Parlamento representativo da Nação Portuguesa.

Se o regime deposto a 25 de Abril de 1974 caiu num dia, já a liberdade não foi ganha em vinte e quatro horas, resultando de um processo, cujo dia 25 de Novembro, foi o corolário. Estava assim aberto o caminho para o pluralismo, a Democracia plena e para a Constituição de 1976.

Passados 34 anos, nascidas várias gerações de portugueses, é tempo de reconhecer que as datas não têm de ter cor política, e a história, é só uma e de todo um país.

Assim, a Assembleia da República, celebra do 34º Aniversário do 25 de Novembro, presta homenagem aos seus autores e manifesta a sua congratulação pela vitória dos valores da Democracia e da Liberdade.

CDS

25 NOVEMBRO: CDS APRESENTA VOTO DE CONGRATULAÇÃO E QUER QUE DATA SEJA SEMPRE LEMBRADA

No dia em que se assinalam os 34 anos dos acontecimentos do 25 de Novembro, o CDS-PP apresenta no Parlamento um voto de congratulação para que a data, "decisiva para a democracia" portuguesa, seja sempre lembrada.

A ser aprovado, o voto será "um passo" para se "estimular no futuro uma forma de comemoração da data histórica para a democracia" em Portugal, afirmou o deputado democrata-cristão Telmo Correia, desafiando a Assembleia da República a "encontrar uma forma criativa" de recordar a efeméride.

Para o parlamentar, o 25 de Novembro de 1975 é "uma data decisiva", uma vez que "é o dia em que se determinou que a Revolução" do 25 de Abril de 1974 "seria para uma democracia com Parlamento, eleições livres, com Constituição".

Entrevista do 31 a Rui Ramos e Mário Tomé

Sites

Para mais informações sobre o CDS-PP, consulte os sites www.amanhaseremosaindamais.com, www.cds.pt, http://cdsnoparlamento.pp.parlamento.pt

Os deputados do CDS

5 por Lisboa, 4 pelo Porto, 2 por Aveiro, 2 por Braga, 1 por Viseu, 1 por Leiria, 1 por Viana do Castelo, 1 por Setúbal, 1 por Santarém, 1 pela Madeira, 1 por Coimbra, 1 por Faro. Estes são os 21 deputados do CDS-PP. Conheça-os pelo nome.






Dr. Altino Bessa, deputado dpor Braga


Dr. Filipe Lobo d'Ávila, deputado por Santarém



Dr. João Serpa Oliva, deputado por Coimbra



Dr. Raúl de Almeida, deputado por Aveiro



Dr. Pedro Brandão Rodrigues, deputado por Lisboa



Dr. Michael Lothar Seufert, deputado pelo Porto



Dr. José Ribeiro e Castro, deputado pelo Porto



Dr. João Almeida, deputado pelo Porto



Dra. Isabel Galriça Neto, deputada por Lisboa



Dr. José Manuel Rodrigues, deputado pela Região Autónoma da Madeira



Dra. Cecília Meireles, deputada pelo Porto



Dr. Artur Rêgo, deputado por Faro



Dra. Assunção Cristas, deputada por Leiria



Dr. Nuno Magalhães, deputado por Setúbal



Dr. Hélder Amaral, deputado por Viseu



Dr. Luís Pedro Mota Soares, deputado por Lisboa



Dr. João Rebelo, deputado por Lisboa



Dr. Abel Baptista, deputado por Viana do Castelo






Dra. Teresa Caeiro, deputada por Lisboa



Dr. Paulo Portas, deputado por Aveiro



Dr. Telmo Correia, deputado por Braga.

31 no Metro

Estátua de Jaime Neves



3 anos de 31!

Parabéns ao 31 da Armada!

25 de Novembro (3)

E, por falar em PREC...

25 de Novembro (2)



O blogue nosso vizinho 31 da Armada, para comemorar o 25 de Novembro, colocou uma estátua do coronel Jaime Neves à frente do Campo Pequeno.

25 de Novembro

Para quem não sabe, o dia 25 de Novembro de 1975 ficou marcado por uma revolução chefiada pelo coronel Jaime Neves que acabou com o PREC (Processo Revolucionário em Curso), período conturbado após o 25 de Abril em que as forças da extrema-esquerda controlaram o nosso país.

Ser(vir) Portugal

Ideais, objectivos, Contactos, um pouco mais sobre nós...
Tudo isto poderá ser encontrado no nosso site.
É isso mesmo! Agora, além de um blogue, o Ser(vir) Portugal tem também um site onde se anuncia.
www.wix.com/arceuseragon/servirportugal.

Algum tempo de silêncio

Gostava de vos dirigir, a vós, leitores, algumas palavras.
Em primeiro lugar, desculpem. Desculpem não ter escrito nada, ter deixado as eleições autárquicas sem cobertura e desculpem não ter dito das boas no 25 de Novembro.
Em segundo lugar, obrigado. Obrigado porque, mesmo quando nada escrevi, vi o counter a aumentar. Pessoas que visitaram o blogue na esperança de que eu já tivesse escrito mais alguma coisa.
E, por fim, anunciar-vos a razão pela qual estive ausente. Queria arranjar uma nova imagem para o blogue. Um novo template, mais simples.
Tudo voltará à normalidade.
Arceus