
Como todos já devem ter ouvido falar, 57% do povo suíço votou favoravelmente à proibição de construção de mais minaretes nas mesquitas daquele país.
Saliento que o referendo não proibiu as mesquitas, mas a construção de minaretes nestas.A Suiça já tem quatro minaretes em Zurique, Genebra, Wintenthur e Wangen bei Olten.
Os minaretes não são, ao contrário do que
certas alminhas insistem em apregoar, como torres de igreja. Os minaretes são símbolos milenares do poder islâmico. Como já é prata da casa, os vermelhos cá do sítio já se escandalizaram com o atrevimento de molestar os ilustres islâmicos.
A blogosfera tem estado cheia de trocas
amargas de ideias entre
direita e
esquerda.
Então, nós também vamos contribuir para o debate. Gostaria que pensassem numa coisa:
É que os minaretes são só a primeira coisa que nos querem impingir. Não tarda, todas as mulheres, sejam elas de que religião forem têm que usar burka, a música sacra vai ser proibida, o caricaturista dinamarquês vai ser preso... Os nossos "amigos" barbudos invadem o nosso continente dia após dia.
Em França, há 1,8 filhos por família, enquanto que os árabes em França têm 8,1. 30% das pessoas com menos de 20 anos são islâmicas. França já tem mais mesquitas do que igrejas. Em 39 anos, França será uma República Islâmica.
Na Suíça vivem por volta de 350 mil muçulmanos (5% da população), e o país conta com aproximadamente 160 mesquitas.
No Reino Unido, há 2,5 milhões de muçulmanos. Em apenas 15 anos, metade da população será muçulmana.
Na Rússia, há 23 milhões de muçulmanos. Em pouco tempo, 40% do exército russo será muçulmano.
Na Bélgica, metade dos recém-nascidos são maometanos e um quarto da população já aderiu a essa religião.
Por volta de 2025, um terço das crianças europeias estarão a nascer em famílias muçulmanas.
A Alemanha será uma República Islâmica por volta de 2050.
Muhamad al-Kadhaffi, presidente da Líbia disse: "Há sinais de que Alá vai garantir uma vitória islâmica na Europa sem espadas, sem armas, sem conquistas. Nós não precisamos de terroristas. Nós não precisamos de bombistas suicidas. Os mais de 50 milhões de muçulmanos na Europa torná-la-ão num continente islâmico em apenas algumas décadas."
Eu não sou paranóico, e muito menos islamófobo, mas não podemos permitir que a nossa cultura
judaico-cristã se deixe afundar numa Europa retrógrada contra a liberdade de expressão só por causa do politicamente correcto. Por isso é que, embora não goste nada do partido suiço que propôs o referendo, tenho que reconhecer que é tempo de agir...